terça-feira, 9 de março de 2010

Festival Filarmonia ao mais alto nível

Amigas(os)

Já está no site das BANDAS FILARMÓNICAS o nome da nossa banda ;)

Abram o site e confirmem no cabeçalho do site.

Já agora vou deixar aqui o reportório que nos vai deixar na história do 2.º maior festival de bandas filarmónicas de Portugal.


Hispânico
Compositor: Nuno Osório
Duração: 6'10''
Breve descrição da obra:
Um dia, um Hispânico (nome dado aos espanhóis que vivem num país estrangeiro) decide ir ver uma tourada a Portugal e fica fascinado com a diversidade dos acontecimentos. Por esta razão sente a necessidade de relatar estes momentos de forma musical. Esta obra relata de forma cronológica os acontecimentos vividos por uma mesma pessoa durante a tourada, com os contrastes próprios entre os momentos calmos e os momentos mais agitados, como na secção que se segue ao trio, que serve de ponte em direcção ao movimento final da obra.

Santana, A Portrait
Arranjo: Giancarlo Gazzani
Duração: 7'03''
Breve descrição da obra:
Trata-se de um medley de músicas do guitarrista Carlos Santana, incluindo: “Flor d'Luna”, “Oye como va”, “Europa” e “Smooth”. Santana conheceu, nos últimos anos, um enorme e renovado sucesso, pelo que Giancarlo Gazzani reuniu neste medley algumas canções históricas com outras do seu repertório mais recente, conseguindo, pelo som e pelo ritmo imposto neste trabalho, um enorme sucesso.

Pacis Valley
Compositor: Ben Haemhouts
Duração: 9'30''
Breve descrição da obra:
Heindonk, uma pequena aldeia flamenga de apenas 600 habitantes, situa-se na junção dos rios Dijle e Nete. O título do trabalho vem do latim “Vallis Pacis” que significa “Vale da Paz”, mas que é também o nome de um convento fundado no século XV pelos cónegos de Santo Agostinho. Neste trabalho, encomendado pela Banda de Heindonk, a dualidade de temas é central. Heindonk foi vítima de dois desastres naturais. O primeiro aconteceu em 1549, em que foi assolada por violentas tempestades e inundações. O segundo desastre aconteceu apenas alguns anos mais tarde; o convento foi inundado de tal forma que as freiras ficaram presas no convento durante meses, apenas conseguindo sair de barco. Todas as colheitas, bem como todo o feno e toda a palha forma destruídos, pelo que os problemas económicos foram de tal modo graves que as freiras foram obrigadas a abandonar o convento em 1552. Esta composição baseia-se nestes dois temas que se encontram interligados ao longo de toda a peça. Os temas foram compostos em tom menor para enfatizar os eventos dramáticos ocorridos. A peça começa com o primeiro tema dramático; uma introdução lenta, com a melodia do eufónio, é um prólogo que será tocado por toda a orquestra posteriormente. O primeiro tema base acontece até ao compasso 39, e o segundo após o compasso 68. Um tímido e rítmico allegro representa os eventos tempestivos programaticamente e é seguido por um intermezzo optimista em tom maior, simbolizando esperança. Após um número de variantes das duas melodias principais, o tema do prólogo pode ser escutado pela última vez num grandioso final.

Até breve...

7 comentários:

Joana Gaspar disse...

está lá sim senhora que eu já tinha visto :D falta sair o cartaz. também quero colacar no meu blog :D

Leandro Nogueira disse...

Acho q o q o zé fez muito útil.
Só podemos tirar o máximo de uma obra sabendo o que ela significa...
Ficamos com outra postura e toca-mos as coisas de outra forma... tentando transcrever musicalmente o que ela representa na teoria.

Parabéns Zé

Rui Ribeiro disse...

recomendo todos lerem primeiro!

Sara disse...

Concordo com o Leandroo :)
Parabééns ao Zéé pelo excelente trabalhoo !

Joana Gaspar disse...

vá, quem adivinhar qual é o primeiro maior festival do país pago-lhe um café lol :D

SirRik disse...

Joana é o Rock in Rio?!?!

Joana Gaspar disse...

hummm, o Marés Vivas também é bom Zé :D